A importância da alimentação na Esclerose Múltipla vai muito além de nutrir o corpo. Os tratamentos, tanto os tradicionais quanto os alternativos e complementares, buscam reduzir a atividade inflamatória e, assim, evitar os surtos provocados pela doença, minimizando os sintomas e permitindo uma melhora na qualidade de vida dos pacientes.

Somos formados por mais de 100 trilhões de células e precisamos de nutrientes para produzir mais de 50 milhões delas, diariamente. Para que ocorra essa renovação celular, precisamos oferecer matéria-prima para o corpo, que nada mais é do que o ALIMENTO.

A EM é caracterizada por reação inflamatória com predomínio de linfócitos T CD4+ e produção de citocinas inflamatórias no sistema nervoso central. Por ser tratar de uma inflamação, é preciso priorizar os alimentos anti-inflamatórios e evitar os inflamatórios. Mas o que são esses alimentos inflamatórios?

O que aumenta a inflamação são dietas de estilo ocidental hipercalóricas, caracterizadas por uma alta quantidade de sal, gordura animal (carne vermelha, carne de porco, presuntos, linguiças), óleos vegetais (milho, canola, soja, girassol), bebidas adoçadas com açúcar, frituras, baixa ingestão de fibras, produtos industrializados e farináceos em excesso (pães, biscoitos, bolos) e a falta de exercício físico. A persistência deste tipo de dieta leva a um aumento de moléculas pró-inflamatórias, além de promover uma microbiota intestinal em desequilíbrio, alteração da imunidade intestinal e inflamação sistêmica.

Já uma dieta com um potencial anti-inflamatório e antioxidante ajuda o corpo a reduzir o estado inflamatório em que se encontra, ajudando a combater os radicais livres e o estresse oxidativo. Portanto, alimentos antioxidantes são importantes, como aqueles que contém vitaminas A, C e E e minerais, como o selênio, zinco, magnésio e as antocianinas presentes no extrato da semente de uva. Os ácidos graxos W-3 (ômega 3) promovem ação anti-inflamatória e imunomoduladora.

A vitamina B12 (cianocobalamina), tem recebido maior atenção, por seu envolvimento na mielinização e remielinização da bainha de mielina (barreira protetora dos neurônios). Também é essencial para o metabolismo celular, principalmente do sistema gastrointestinal, medula óssea e tecido nervoso. Alimentos fontes: ovos e peixes, como sardinha, cavala e cação.

Confira as tabelas com os nutrientes importantes e onde os encontramos na alimentação:

Por Bianca Genoese, Nutricionista Clínica e Fitoterapeuta Funcional (CRN 14100767)

Contato: (21) 2491-3159 :: Instagram: @biancagenoesenutri

 

 

 

 

 

3 respostas para “Alimentos Anti-inflamatórios X Alimentos Inflamatórios”

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